2º Mock Draft de 2020 da NFL (com trocas) – um ensaio das escolhas de 2020

Bengals escolhem Joe Burrow, Miami sobe para garantir Tua Tagovailoa, Herbert vai parar nos Colts e os Chiefs se tornam ainda mais assustadores

Acabaram os testes do Combine. As franquias da NFL olharam para os principais prospectos do Draft de 2020, enquanto estes tentavam provar porque merecem ser escolhidos  – ou no caso de alguns, porque não devem. 

Em meio a isso, o Intervalo em 5 ficou de olho nos resultados e nos rumores que surgiram em Indianápolis e lançou a segunda edição do Mock Draft da NFL. Desta vez, desenhamos um cenário com trocas, entre elas, o Indianapolis Colts assumindo a 7ª escolha para draftar Justin Herbert. Confira:

 1. Cincinnati Bengals – Joe Burrow, QB, LSU

No período do Combine, Joe Burrow não fez as atividades, teve sua mão considerada pequena, arrumou o apoio de Patrick Mahomes e se consolidou como a primeira escolha do Draft de 2020. Isso aconteceu porque o produto de LSU deixou claro que jogaria pelos Bengals.

O vencedor do Heisman de 2019 tem muitas qualidades que devem transitar para a NFL. A calma dentro do pocket, a capacidade de estender jogadas com a perna (foram 115 corridas para 368 jardas e 5 TDs), sua precisão absurda (acertou 76,5% dos passes) e uma mentalidade extremamente vencedora.

O quarterback vem de um ano incrível por LSU, quebrando o recorde universitário com 60 passes para TD e conquistando 5,617 jardas aéreas. Com tudo a favor de Burrow, é muito improvável que a franquia de Cincinatti deixe a estrela do College escapar

 2. Washington Redskins – Chase Young, EDGE, Ohio State

Chase Young é a opção mais segura aqui. Ron Rivera, novo técnico da franquia, não descartou escolher Tua Tagovailoa durante o Combine. Mas, em 2019, Washington escolheu um QB (Dwayne Haskins) e o time precisa urgentemente de ajuda na defesa. Seria extremamente surpreendente se Young não fosse escolhido. 

O EDGE de Ohio State é um prospecto melhor do que os irmãos Bosa eram – os dois também jogaram em Ohio State. Mesmo sem atuar em duas partidas, Young quebrou o recorde de sacks da universidade, registrando 16,5 no ano. O jogador de 20 anos é um desastre para as linhas ofensivas, já que possui uma explosão impressionante e inúmeros movimentos para separar da linha, pressionando facilmente o QB adversário.

3. Miami Dolphins (via Detroit) – Tua Tagovailoa, QB, Alabama

(Arte: André Martins. Foto: Todd Kirkland/Getty Images)

Nesse cenário, com medo de que alguma franquia suba para escolher Tua Taigovailoa (Colts, Raiders, Chargers, Bucs e Panthers são ameaças), Miami trocaria a 5ª e a 39ª escolhas para obter a 3ª geral. Os Dolphins precisam urgentemente encontrar o seu quarterback do futuro, e o produto de Alabama é exatamente isso.   

Reportagens revelam que Tua Tagovailoa tem se recuperado de sua lesão no quadril, e que muitas franquias o vêem como uma opção “1B” em relação a Joe Burrow, ao invés de uma escolha número dois. 

Tua Tagovailoa fez história em Alabama, batendo o recorde de TDs aéreos da universidade (86) e registrando o maior passer rating do College (206,9). O canhoto possui um aproveitamento absurdo, colocando a espiral perfeita e alinhando a bola onde o seu wide receiver estará. Tua é um analista em quadra, conseguindo ler a defesa com facilidade e mentalizando o alvo antes do snap – qualidade que será transmitida para a NFL.

4. New York Giants – Isaiah Simmons, LB/S, Clemson

Simmons é o atleta mais interessante deste Draft e o Combine serviu para consolidá-lo como o segundo melhor prospecto defensivo. O jogador é um canivete suíço, capaz de se alinhar em qualquer posição defensiva do campo. Por Clemson, ele foi utilizado como linebacker, safety, edge rusher, cornerback e nickelback e teve um desempenho impressionante em todas as posições.

Ao todo, foram 102 tackles, sendo 16,5 para perda de jardas e oito sacks. A franquia de Nova York precisa de um jogador com esse impacto na defesa. Os Giants poderiam usar a 4ª escolha para reforçar a linha ofensiva, mas Isaiah Simmons provou ser um talento raro, com a capacidade de mudar uma defesa. Os Giants precisa urgentemente de alguém assim.

5. Detroit Lions (via Dolphins) – Jeff Okudah, CB, Ohio State 

Este seria o cenário perfeito para os Lions – trocam com os Dolphins, ganham mais uma escolha de 2ª rodada e terminam o primeiro dia com o melhor cornerback da classe. Jeff Okudah tem o potencial de se tornar um Pro Bowler, já que em seu tempo de College ele foi igualmente dominante a Jalen Ramsey (pois é, nada mal!). 

Em 2019, por Ohio State, ele permitiu um passer rating de apenas 45,1 – uma marca significativa e impressionante. Dos 610 snaps que o cornerback jogou, ele sofreu apenas um TD em toda temporada, sendo que os adversários conseguiram apenas 3,1 jardas por passe tentado em sua direção, 3,5 abaixo da média universitária.

6. Los Angeles Chargers – Tristan Wirfs, OT, Iowa

Se teve um jogador que brilhou no Combine, o nome dele é Tristan Wirfs. Com 1,96 e 146 Kgs, o offensive tackle impressionou com o tempo de 4,86 segundos no tiro de 40 jardas, além de um salto vertical de 92,71 cm (maior marca de um OL na história).

Além do absurdo atlético, Wirfs também teve excelentes performances no College. Nos 1,138 snaps jogados por Iowa, o tackle permitiu apenas 40 pressões – sendo que nos últimos sete jogos da carreira, foi apenas uma. Ele não é tão constante quanto os outros tackles da classe, errando bloqueios de corrida no segundo nível da defesa. Ainda sim, seu potencial é absurdo, e os Chargers precisam de ajuda urgente na linha ofensiva.

7. Indianapolis Colts (via Panthers) – Justin Herbert, QB, Oregon

Com os Chargers deixando Herbert passar, os Colts vêem a oportunidade e sobem no Draft para escolher o QB, enviando a 13ª de 2019 e uma futura escolha de primeira rodada de 2021. 

O quarterback de 1,98 é um sonho de qualquer analista, com uma velocidade absurda para seu tamanho e o melhor braço da classe. Em Oregon, também vimos o lado negativo do atleta, que cometeu muitos passes errados, interceptações e teve dificuldade em ler as principais defesas do College Football. Ainda assim, o Combine foi super importante ao jogador, que provou ter ótimos atributos físicos, sendo capaz de acertar um passe de 60 jardas com extrema facilidade.

8. Arizona Cardinals – CeeDee Lamb, WR, Oklahoma

O desempenho de Lamb no Combine deve torná-lo o primeiro wide receiver escolhido em 2020. Arizona poderia escolher um jogador de linha ofensiva, e com Mekhi Beckton e Jedrick Wills ainda disponíveis, é capaz que isso aconteça. Mas Lamb é um talento geracional. As 62 recepções por Oklahoma geraram 1,327 jardas – uma média de 21,4 jardas por recepção. O jogador seria uma ótima reposição para Larry Fitzgerald, que está prestes a aposentar.

9. Jacksonville Jaguars – Derrick Brown, DT, Auburn

Nos jogos de Auburn, era comum ver Brown simplesmente levantando jogadores da linha ofensiva e os devorando da maneira que ele bem entendia. O fato de não ter errado um tackle durante o ano (terminou com 55 e 12,5 para perda de jardas) e ser uma força como um pass rusher (foram 4 sacks em 2019), tornam o defensive tackle um encaixe perfeito para Jacksonville, que podem usar um reforço na linha defensiva.

Entrando no Combine, o DT era cotado como uma potencial escolha top-3, mas seu péssimo desempenho nos exercícios físicos pode fazer com que ele caia no Draft.

10. Cleveland Browns – Jedrick Wills Jr., OT, Alabama

AA linha ofensiva dos Browns precisa de um upgrade. Jedrick Wills Jr é fisicamente  o Tackle mais impressionante da classe – que está recheada de offensive tackles monstruosos. Nos 13 jogos de 2019, Wills participou de 714 snaps, permitindo 3,5 pressões e apenas um sack. Ele ainda liderou todos os tackles no ano passado com 12 big time blocks. Alguns questionam sua velocidade lateral, que pode se tornar um problema no nível profissional, mas mesmo com problemas, o jogador teria um impacto imediato nos Browns.

11. New York Jets –  Mekhi Beckton, OT, Louisville

Os Jets precisam escolher um recebedor e dar mais um alvo para Sam Darnold. Mas a franquia também precisa melhorar urgentemente a proteção do seu quarterback. Depois de Wirfs, Beckton foi um dos jogadores de linha ofensiva que mais se destacou no Combine. O tackle é maior do que todos de sua posição – com 2,01 metros e 167 quilos – e, com uma envergadura maior do que 2,10 metros, o jogador se apoia no seu poder físico para impedir que o adversário chegue no QB, mas ainda precisa refinar na técnica. Em Louisville, não permitiu nenhum sack em 11 jogos. 

12. Las Vegas Raiders – Jerry Jeudy, WR, Alabama

O agora “Las Vegas” Raiders precisam de ajuda imediata no corpo de recebedores e Jerry Jeudy será um terror para as secundárias adversárias. A precisão nas rotas é uma marca do recebedor, que se separa da marcação e troca de direção com rapidez e facilidade, causando estrago após a recepção. Jeudy sofreu com alguns drops durante a carreira universitária, mas também mostrou mãos impressionantes, fazendo algumas recepções extremamente difíceis. Em 2019, por Alabama, foram 1,163 jardas e 77 recepções.

13. Carolina Panthers (via Colts) – Javon Kinlaw, DL, South Carolina

Além de estocar escolhas de primeira rodada (na troca com os Colts), os Panthers se livram de uma das principais necessidades do elenco ao escolher Kinlaw. Em South Carolina, o defensive tackle mostrou plena capacidade de pressionar o QB, destruindo a linha ofensiva e terminando com 10,5 sacks em dois anos. Apesar de perder noção de onde a bola está em alguns momentos, Kinlaw é extremamente efetivo, registrando 35 tackles ano passado, sendo seis para perdas de jardas.

14. Tampa Bay Buccaneers – Jordan Love, QB, Utah State

(Arte: André Martins. Imagem: Getty Images)

Os Bucs precisam de um novo QB. Bruce Arians deixou claro o seu descontentamento com Jameis Winston, após o jogador registrar 33 TDs e 30 interceptações em 2019. Agora, é muito provável que o atleta não volte para Tampa na temporada de 2020. 

Jordan Love é um prospecto raro. Com 1,93 metros e 102 quilos, o atleta possui um poderio atlético impressionante, lembrando muito Josh Allen e Daniel Jones durante o Combine. Apesar de ter um braço impressionante, Love deu sinais extremamente negativos em Utah State, com marcas de 20 TDs e 17 interceptações. Porém, muitos analistas acreditam que o sistema e a ausência de talento ao seu redor fizeram com que desempenho do quarterback caísse. 

15. Denver Broncos – Andrew Thomas, OL, Georgia 

Dentro da classe, Thomas é o OL melhor preparado para a NFL, só que não possui o mesmo potencial dos outros atletas, o que faz com que ele caia um pouco no Draft. Durante sua carreira, Thomas foi utilizado tanto do lado esquerdo como no direito, permitindo apenas 37 pressões no quarterback em 3 anos. O mais interessante é que Thomas evoluiu a cada ano e em 2019 permitiu apenas 9 pressões e um sack. O jogador seria uma adição importantíssima aos Broncos, que precisa de ajuda no setor.

16. Atlanta Falcons – K’Lavon Chaisson, EDGE, LSU

Sem confirmar a renovação de seu principal EDGE, Vic Beasley, Atlanta precisa urgentemente draftar alguém da posição. K’Lavon Chaisson não teve uma carreira impressionante por LSU, mas seus atributos físicos são tremendos: um monstro atlético, extremamente veloz e que evoluiu ao longo da temporada de 2019. Apesar disso, ele ainda é muito cru como pass rusher e registrou apenas 9,5 sacks no College.   

17. Dallas Cowboys – Grant Delpit, S, LSU

Depois de flertar com uma troca para contar com Minkah Fitzpatrick, Dallas precisa usar o Draft para sanar os problemas da secundária e adquirir um safety. Delpit é muito eficiente na cobertura, sendo explosivo quando se torna um pass rusher ou ao lotar o box para impedir corridas. Ele errou muitos tackles em 2019, mas não cometeu o mesmo erro nos últimos três jogos da temporada, uma evolução extremamente animadora.

18. Miami Dolphins – Josh Jones, OT, Houston

Depois de draftar o seu QB para o futuro, os Dolphins precisam garantir a proteção dele. Josh Jones é uma espécie rara na posição, com 2 metros e 140 quilos, tendo potencial para se tornar um titular confiável na NFL. Apesar de ser atlético e de se mover muito bem no campo, ele ainda é cru e não deve começar jogando logo de cara.

19. Las Vegas Raiders (via Bears) – C.J Henderson, CB, Florida

Depois de escolher um recebedor, os Raiders atacam a segunda maior necessidade escolhendo um cornerback. Henderson teve um 2019 por Florida extremamente inconstante, mas fez um excelente Combine, que deve colocá-lo como um dos melhores CBs da classe de 2020. Outro fator que caminha a seu favor é a performance no ano de 2018, em que permitiu apenas 18 passes na temporada

20. Jacksonville Jaguars (via Rams) – Kristian Fulton, CB, LSU

Fulton não tem as melhores características físicas, sendo baixo para a posição, mas a sua eficiência na cobertura deve ser transmitida para a NFL. O cornerback quebrou 14 passes (8º maior no College Football), tendo uma interceptação e 31 tackles em 2019. Os Jaguars perderam Jalen Ramsey para os Rams e trocaram A.J Bouye para os Broncos, e com a 20ª escolha, a franquia precisa imediatamente reforçar o setor.

21. Philadelphia Eagles – Henry Ruggs III, WR, Alabama

Os Eagles precisam urgentemente fornecer mais alvos para Carson Wentz – não dá mais para contar apenas com Zach Ertz. Ruggs tem a capacidade de produzir grandes jogadas, aproveitando sua explosão e agilidade para desviar da marcação e produzir jardas depois da recepção. O wide receiver é um verdadeiro criador de TDs – durante a sua carreira em Alabama, foram 98 recepções e 24 touchdowns.

Ruggs III foi um dos grandes ganhadores do Combine. O wide receiver registrou 4,27 segundos no tiro de 40 jardas, além de marcas impressionantes no salto vertical e horizontal. 

22. Buffalo Bills – Tee Higgins, WR, Clemson

Os Bills precisam dar mais alvos a Josh Allen – apenas John Brown teve bons números em 2019. Tee Higgins é um recebedor muito efetivo na End Zone, usando o seus 1,98 metros para produzir TDs – foram 13 no ano passado. O jogador tem uma mão extremamente confiável, sofrendo apenas 6 drops em 120 recepções por Clemson. Apesar disso, Higgins não corre as rotas mais precisas e não é extremamente veloz, tendo dificuldade para se separar do marcador. Mesmo assim, pode se transformar no recebedor mais confiável dos Bills.

23. New England Patriots – Kenneth Murray, LB, Oklahoma

Murray teve uma atuação primorosa no Combine e parece ter se consolidado como o segundo melhor linebacker da classe. Em sua carreira por Oklahoma, o jogador registrou 325 tackles, sendo 36,5 para perdas de jardas, e ainda combinou para 9,5 sacks. O seu poderio atlético é impressionante, mas o jogador costuma a errar suas leituras. Mas Bill Belichick deve resolver esse problema.

PS:. Se Brady realmente deixar os Pats, a situação muda completamente e essa escolha pode ser utilizada para um quarterback.

24. New Orleans Saints – Trevon Diggs, CB, Alabama

Trevon Diggs é exatamente o que os Saints precisam para melhorar a secundária. Com 1,88 metros, ele tem a altura perfeita para cobrir na NFL e mostrou uma mistura de velocidade e poderio atlético que deve traduzir para o nível profissional. Apesar disso, ele ainda não é muito refinado em algumas coberturas e falhou na tentativa de marcar o jogo terrestre no College.

25. Minnesota Vikings –  A.J Epenesa, EDGE, Iowa

A posição não é a maior urgência para os Vikings, mas é difícil deixar Epenesa passar na 25ª escolha.. Cotado para ser o segundo melhor EDGE da classe, o jogador teve um Combine horroroso, sendo o jogador mais lento da posição no tiro de quarenta jardas. Não sendo o atleta mais rápido, ele depende totalmente na sua técnica – que foi extremamente eficiente no College. Em 2019, ele registrou 11,5 sacks, depois de ter feito 10,5 em 2018. 

26. Miami Dolphins (via Texans) – D’Andre Swift, RB, Georgia

É muito capaz que o Miami use as três escolhas da primeira rodada para melhorar o ataque, e o time precisa urgentemente de um running back. A situação é tão urgente, que em 2019, o QB Ryan Fitzpatrick foi o jogador com mais jardas corridas dos Dolphins, com pífias 243 jardas. D’Andre Swift seria a escolha perfeita. O RB é completo, sendo extremamente eficiente no jogo terrestre, recebendo passes e ajudando na proteção do seu quarterback

27. Seattle Seahawks – Marlon Davidson, DL, Auburn

Com uma possível saída de Jarran Reed e Jadeveon Clowney, os Seahawks precisam reforçar a linha defensiva. Marlon Davidson possui a identidade de Seattle, sendo extremamente agressivo e utilizando os seus 126 quilos para acabar com os adversários. Em 2019, o jogador teve 30 tackles, 7,5 sacks e forçou dois fumbles. Muitos questionam se ele está preparado para a NFL, mas Davidson provou ser um talento de primeira rodada.

28. Baltimore Ravens – Patrick Queen, LB, LSU

Os Ravens poderiam reforçar o corpo de linebackers e, Patrick Queen seria uma adição interessante. Por LSU, o jogador mostrou uma excelente leitura e instinto para a posição, que o renderam 85 tackles, sendo 12 para perda de jardas, e mais 3 sacks. Apesar de jogar com muita energia e fisicalidade, Queen é baixo para a posição, com 1,85 metros. 

29. Tennessee Titans – Zack Baun, EDGE, Wisconsin

O ano de 2019 de Zack Baun foi perfeito. Foram 76 tackles, sendo 19,5 para perdas de jardas, e impressionantes 12,5 sacks. O EDGE impressionou com a velocidade para atacar o QB adversário e um instinto para ocupar o miolo da defesa, lendo os olhos do quarterback e impedindo o RB de obter corridas gigantescas. Os Titans precisam de um pass-rusher, e o encaixe com Baun promete render frutos.

30. Green Bay Packers – Justin Jefferson, WR, LSU

Davante Adams é um alvo excelente para Aaron Rodgers, mas o QB precisa de mais segurança de seus recebedores. Justin Jefferson tem o potencial de se tornar um jogador extremamente confiável. No Slot, ele foi extremamente eficiente em LSU, registrando 111 recepções (recorde da universidade), 1540 jardas e 18 TDs. Parece o casamento perfeito com Green Bay.

31. San Francisco 49ers – Xavier McKinney, Safety, Alabama

Vendo o SB escapar de suas mãos na temporada de 2019, os 49ers precisam melhorar sua secundária. Um jogador com um “fogo” ao estilo Tyrann Mathieu seria um reforço interessante.  McKinney provou ser esse jogador em Alabama, sendo capaz de ser utilizado no fundo, em cobertura com um safety ou dois. Também consegue usar o seu físico na cobertura do slot, e sua explosividade se torna um fator quando pressiona o QB adversário.

32. Kansas City Chiefs – Jonathan Taylor, RB, Wisconsin

Só de imaginar os Chiefs com Taylor, algumas defesas começam a tremer. O RB de 1,8 metros e 97 quilos foi o mais rápido da posição no Combine, com o tempo de 4,39 segundos. O jogo terrestre de Kansas City foi ineficiente ano passado, ficando na 23ª posição da liga. O produto de Wisconsin poderia mudar isso, já que registrou mais de 2,000 jardas em dois anos consecutivos no College. 

Autor: Bruno Nossig

Sou aluno da ECA-USP, graduando em jornalismo. Joguei basquete quando menino e agora escrevo neste site. Meu twitter é @brunonossig.

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